Seguro viagem é uma proteção contratada para cobrir determinados imprevistos que podem acontecer durante uma viagem, como emergências médicas, acidentes, problemas com bagagem, necessidade de traslado ou outras situações previstas no seguro.
Na prática, ele ajuda o viajante a lidar com situações que podem gerar despesas elevadas ou exigir assistência longe de casa.
Segundo a Susep, o seguro viagem tem como objetivo garantir indenização diante da ocorrência de riscos cobertos durante o período da viagem. Em viagens internacionais, o produto deve oferecer, no mínimo, cobertura para despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas decorrentes de acidente pessoal ou enfermidade súbita e aguda.
Mas seguro viagem não é tudo igual.
Destino, idade, duração, limite de cobertura médica, condições de saúde e atividades programadas podem mudar bastante a proteção mais adequada.
Também existem países, vistos e programas específicos que exigem seguro com características determinadas.
Neste guia, você vai entender o que é seguro viagem, como funciona, o que cobre, quanto custa, quando é obrigatório e como escolher o melhor plano para o seu perfil.
Seguro viagem é uma modalidade de seguro criada para oferecer proteção contra determinados riscos relacionados a uma viagem.
Ele possui um período de vigência, uma abrangência territorial, coberturas específicas e valores máximos estabelecidos para cada proteção.
A Susep cita, entre as coberturas que podem fazer parte do seguro viagem, despesas médicas, hospitalares e odontológicas, perda de bagagem, morte e invalidez acidental, sempre conforme as condições do produto contratado.
Isso significa que o seguro não deve ser entendido como uma promessa de pagamento para qualquer problema ocorrido durante a viagem.
É necessário que:
Outro ponto importante é que seguro viagem não é seguro saúde.
A própria Vital Card destaca essa diferença em suas condições comerciais. O seguro possui coberturas específicas para eventos relacionados à viagem e limites definidos no bilhete de seguro.
Por isso, ele não deve ser utilizado como substituto para consultas de rotina, tratamentos programados ou acompanhamento médico contínuo.
O funcionamento começa na contratação.
Primeiro, o viajante informa os principais dados da viagem, como destino, datas e idade dos passageiros.
Com essas informações, são apresentados os planos disponíveis.
Na Vital Card, a lógica foi estruturada para facilitar a comparação. As principais coberturas permanecem na estrutura dos planos e uma das decisões centrais do viajante é escolher o limite de Despesas Médicas e Hospitalares, a DMH, adequado ao seu perfil e destino.
Depois da contratação, é emitido o bilhete de seguro, documento que reúne informações importantes como:
• nome do segurado;
• período de vigência;
• destino ou abrangência;
• coberturas contratadas;
• capitais segurados;
• informações para contato e acionamento.
Na Vital Card, o documento pode ser consultado online e salvo em diferentes idiomas, incluindo português, inglês, espanhol, italiano, alemão e francês.
Se ocorrer um evento durante a viagem, o viajante deve verificar se há cobertura aplicável e entrar em contato com a assistência.
Dependendo da situação e do destino, pode ocorrer atendimento por meio da rede disponibilizada pela seguradora ou, nas hipóteses previstas, por livre escolha e posterior solicitação de reembolso.
As condições da Vital Card também preveem a possibilidade de utilização de prestadores legalmente habilitados e reembolso até o limite contratado quando não for possível utilizar a rede disponibilizada.
O seguro serve para reduzir o impacto financeiro e facilitar a resolução de determinados imprevistos.
Imagine que você esteja viajando e tenha uma infecção.
Ou sofra uma queda e precise de atendimento médico.
Sua mala pode não chegar ao destino.
Uma situação prevista no seguro pode obrigar você a interromper a viagem.
Dependendo do plano contratado, existem coberturas destinadas a situações como essas.
A Susep alerta que imprevistos longe do local de residência podem provocar gastos elevados, principalmente em viagens internacionais.
O benefício, portanto, não está apenas no eventual pagamento de despesas.
Há também o suporte operacional.
Em outro país, muitas vezes com idioma, sistema de saúde e procedimentos diferentes dos brasileiros, saber quem procurar pode fazer bastante diferença.
Na Vital Card, a Central Emergencial funciona 24 horas por dia e possui atendimento por WhatsApp, telefone e e-mail.
As coberturas variam de acordo com o produto contratado.
Não existe uma lista universal válida para todas as empresas.
Por isso, duas perguntas devem ser feitas antes da contratação:
A cobertura existe?
Qual é o limite disponível para ela?
Não basta encontrar “despesas médicas”, “bagagem” ou “cancelamento” na descrição do produto. É importante entender o capital segurado e as condições de utilização.
Na Vital Card, a estrutura atual inclui diferentes coberturas e assistências relacionadas à saúde e aos imprevistos da viagem.
A DMH é uma das principais coberturas do seguro viagem.
Ela pode contemplar despesas médicas e hospitalares relacionadas a acidente pessoal ou enfermidade súbita e aguda ocorrida durante a viagem, respeitando o limite e as condições contratadas.
Nos seguros internacionais, a Susep determina que a cobertura médica não pode se limitar exclusivamente aos acidentes pessoais.
Na Vital Card, a DMH funciona por evento, conforme as condições do seguro.
A empresa também informa que agravos agudos e súbitos de doenças preexistentes podem ser atendidos dentro da cobertura médica, respeitando o plano e as condições aplicáveis.
Uma urgência odontológica também pode acontecer durante uma viagem.
Dependendo do produto, o seguro pode prever cobertura específica para esse tipo de atendimento.
A Vital Card inclui despesas odontológicas entre suas coberturas, respeitando o limite contratado.
Se um atendimento médico coberto resultar em prescrição de medicamentos, pode existir cobertura para as despesas farmacêuticas relacionadas.
Na Vital Card, essa proteção possui limite próprio e exige documentação como prescrição e comprovante do pagamento.
Medicamentos de uso contínuo não devem ser confundidos com despesas decorrentes de uma emergência durante a viagem.
Determinadas situações exigem a transferência do paciente para outra unidade de saúde.
Isso pode acontecer quando o local onde o viajante recebeu o primeiro atendimento não possui estrutura suficiente para o tratamento necessário.
O traslado médico pode contemplar essa transferência quando as condições da cobertura forem atendidas.
Em situações mais graves, o estado de saúde do segurado pode impedir seu retorno ao Brasil da maneira originalmente prevista.
O regresso sanitário é destinado justamente a situações nas quais existe necessidade médica de organizar o retorno em condições diferentes das inicialmente programadas.
Em caso de falecimento durante a viagem decorrente de evento coberto, pode existir cobertura relacionada à liberação e ao transporte do corpo.
A Susep reconhece o traslado de corpo como uma das possíveis coberturas ligadas ao seguro viagem.
O seguro também pode oferecer proteção relacionada à bagagem.
É importante, porém, separar diferentes situações.
Perda de bagagem, atraso, dano e auxílio para localização podem possuir regras diferentes.
Se uma mala despachada não chegar ao destino, o viajante deve primeiro registrar a ocorrência junto à empresa transportadora.
Documentos como protocolo, relatório de irregularidade, tíquete da bagagem e comprovantes podem ser necessários posteriormente.
Alguns seguros oferecem cobertura relacionada ao cancelamento da viagem.
Mas existe um ponto fundamental:
cancelamento não significa automaticamente poder desistir da viagem por qualquer motivo.
Nos produtos tradicionais, a causa precisa estar entre os eventos previstos nas condições da cobertura.
Quem possui gastos altos e não reembolsáveis com passagens, hotéis, cruzeiros ou passeios deve analisar esse ponto antes da contratação.
Também podem existir situações em que uma viagem já iniciada precise terminar antes do previsto.
Quando o evento que provocou essa mudança está contemplado nas condições do seguro, pode existir cobertura relacionada à interrupção ou ao retorno antecipado.
O seguro viagem também pode incluir coberturas relacionadas a morte acidental ou invalidez permanente decorrente de acidente.
Os valores, critérios e situações cobertas dependem do produto contratado.
Seguro viagem não cobre tudo.
As condições do produto determinam o que está coberto e o que está excluído.
Esse é um dos principais motivos pelos quais o bilhete e as condições do seguro precisam ser consultados.
Entre situações que não devem ser presumidas como cobertas estão tratamentos programados, consultas médicas de rotina, procedimentos eletivos, eventos ocorridos fora da vigência ou da abrangência geográfica e despesas acima do limite contratado.
Também podem existir exclusões específicas relacionadas a determinadas atividades, modalidades esportivas ou circunstâncias do evento.
As condições atuais da Vital Card, por exemplo, excluem tratamentos que não estejam relacionados à situação de urgência ou emergência necessária para restabelecimento da saúde, além de procedimentos estéticos e outras situações previstas no documento.
O mesmo cuidado vale para doenças preexistentes.
Ter cobertura para um agravo agudo e súbito não significa ter cobertura para consultas de acompanhamento ou tratamentos já programados antes da viagem.
Em caso de dúvida, a regra mais segura é simples:
confira as condições antes de contratar e antes de realizar uma atividade que possa ter tratamento específico no seguro.
Depende do destino, do tipo de viagem e da situação migratória do viajante.
Não existe uma regra mundial dizendo que todo turista precisa contratar seguro.
Também não é correto afirmar que nenhum país exige.
Alguns destinos estabelecem exigências próprias.
Em outros casos, a obrigação está associada ao tipo de visto ou programa utilizado pelo viajante.
Isso significa que a pergunta “seguro viagem é obrigatório?” precisa de uma segunda informação:
obrigatório para qual país e para qual viajante?
Uma das maiores confusões envolve o Espaço Schengen.
O Código de Vistos da União Europeia exige que requerentes de visto Schengen possuam seguro médico de viagem adequado, válido durante toda a estadia e com cobertura mínima de € 30 mil. A proteção deve contemplar despesas relacionadas a repatriação por razões médicas, atendimento médico urgente e hospitalização emergencial.
Isso não significa que todos os brasileiros em todos os países do Espaço Schengen estejam automaticamente submetidos exatamente à mesma exigência.
Brasileiros são isentos de visto para determinadas viagens curtas, e alguns países possuem regras próprias adicionais.
A França é um bom exemplo.
O France-Visas informa que viajantes em estadias inferiores a 90 dias, salvo hipóteses de dispensa, devem possuir seguro com pelo menos € 30 mil e que pessoas isentas de visto precisam estar aptas a apresentar certificado de seguro na fronteira.
Por isso, o destino precisa ser analisado individualmente.
Uma lista fixa pode ficar desatualizada rapidamente.
Regras migratórias mudam e podem depender da nacionalidade, do tipo de visto, duração da viagem ou finalidade da estadia.
Consulta realizada em setembro de 2026:
Situação | Exigência |
| França, estadias curtas | Seguro exigido nas condições estabelecidas pelo France-Visas, salvo dispensas específicas |
| Solicitantes de visto Schengen | Seguro mínimo de € 30 mil |
| Argentina | Lei migratória passou a exigir declaração de que o estrangeiro possui seguro de saúde |
| Intercâmbio J-1 nos EUA | Seguro médico obrigatório conforme requisitos do programa |
| Turismo comum nos EUA | Não há requisito federal geral equivalente ao seguro obrigatório do J-1 |
Na Argentina, a legislação migratória atualmente determina que estrangeiros que solicitam admissão declarem possuir seguro de saúde para atender às necessidades médicas, conforme regulamentação aplicável. A alteração entrou em vigor em 2025.
Nos Estados Unidos, participantes do programa J-1 e dependentes J-2 precisam manter seguro médico durante o programa. Atualmente, os requisitos mínimos incluem US$ 100 mil por acidente ou doença, US$ 50 mil para evacuação médica e US$ 25 mil para repatriação de restos mortais, além de limite para franquia.
A conclusão mais importante é:
não use listas antigas da internet como única referência.
Antes de viajar, consulte o consulado, serviço migratório ou portal governamental oficial do destino.
Os dois produtos têm o mesmo princípio de proteger o viajante contra determinados eventos, mas atendem contextos diferentes.
É destinado a viagens dentro do Brasil.
Pode ser útil mesmo para quem possui plano de saúde.
Um plano regional, por exemplo, pode não possuir a mesma rede no destino da viagem.
Além disso, seguro viagem não trata apenas de atendimento médico. Dependendo do produto, existem outras proteções ligadas à viagem.
É contratado para viagens ao exterior e exige atenção especial à abrangência territorial.
Segundo a Susep, os seguros para viagens internacionais precisam oferecer pelo menos cobertura de despesas médicas, hospitalares e/ou odontológicas, e essa proteção não pode se restringir somente a acidentes pessoais.
Outra diferença importante é que, no exterior, os custos médicos e as regras de utilização dos sistemas de saúde podem ser muito diferentes dos brasileiros.
Por isso, destino e limite de DMH ganham ainda mais peso na escolha.
Quer aprofundar esse assunto? Consulte nosso guia completo sobre seguro viagem internacional.
Quem viaja para a Europa precisa olhar além da palavra “Europa”.
O roteiro pode envolver vários países, diferentes exigências migratórias e até regiões que não fazem parte do Espaço Schengen.
Por isso, não confunda:
Europa é uma região geográfica. Espaço Schengen é uma área formada por países que adotam regras comuns de circulação e fronteiras.
Na Vital Card, existe uma categoria de plano específica para Europa, com abrangência própria.
Na escolha, informe corretamente todas as datas e considere todos os destinos do roteiro.
Outra atenção importante envolve a obrigatoriedade.
Como vimos anteriormente, os € 30 mil correspondem à cobertura mínima exigida pelo Código de Vistos para quem precisa solicitar um visto Schengen. Países podem possuir requisitos adicionais ou próprios para viajantes isentos de visto.
Veja nosso guia completo sobre seguro viagem Europa para entender Schengen, coberturas e como escolher o plano.
O sistema de saúde dos Estados Unidos é uma das principais razões pelas quais muitos viajantes procuram proteção médica antes de embarcar.
Para turismo comum, não existe uma exigência federal geral de seguro viagem equivalente à encontrada em determinados vistos ou programas.
Mas isso não significa que o visitante tenha atendimento médico gratuito.
Em uma emergência, as despesas são responsabilidade do viajante quando não existe outra cobertura aplicável.
Programas específicos também possuem regras diferentes.
Como já vimos, participantes do J-1 precisam manter seguro dentro das exigências determinadas pelo programa.
Por isso, quem viaja aos Estados Unidos deve verificar primeiro o motivo da viagem e depois escolher uma cobertura compatível com o risco financeiro do destino.
Na Vital Card, existe categoria específica para Estados Unidos, com abrangência internacional conforme as condições do produto.
Para viajantes com 60 anos ou mais, limite de cobertura médica e condições de saúde merecem atenção especial.
Isso não significa que idade, por si só, determine que uma pessoa terá problemas durante a viagem.
O ponto é que diferentes faixas etárias podem possuir preços e condições específicas.
Além disso, doenças preexistentes, medicamentos contínuos e necessidades de atendimento precisam ser consideradas na escolha.
Na cotação atual da Vital Card, os viajantes são separados em faixas de:
• 0 a 65 anos;
• 66 a 75 anos;
• 76 a 85 anos.
Para um viajante mais velho, não compare apenas o preço.
Observe também DMH, cobertura para agravos agudos e súbitos de doenças preexistentes, traslado médico, regresso sanitário e facilidade de acionamento.
Confira nosso conteúdo completo sobre seguro viagem para idosos.
Gestantes podem contratar seguro viagem, mas é fundamental conferir o limite gestacional e as condições da cobertura.
Na Vital Card, a cobertura para gestantes está prevista até a 32ª semana de gestação, respeitando o limite definido para a cobertura e as condições do seguro.
Esse atendimento está relacionado a situações de urgência ou emergência.
Não deve ser confundido com:
• pré-natal;
• exames de rotina;
• acompanhamento normal da gestação;
• parto programado.
A viajante também precisa observar a semana gestacional durante todo o período.
Uma pessoa pode embarcar dentro de determinado limite e ultrapassá-lo antes da viagem de retorno.
Além do seguro, consulte a companhia aérea para verificar regras de embarque e eventual necessidade de documentação médica.
Ter uma doença preexistente não significa automaticamente ficar sem cobertura durante uma viagem.
O ponto central é entender quais situações são contempladas.
Na Vital Card, a cobertura médica contempla agravos agudos e súbitos de doenças preexistentes, dentro das condições e do limite contratado. A empresa informa atualmente essa proteção como 100% da cobertura médica do plano, por evento.
Um agravamento súbito que provoque urgência ou emergência pode, portanto, ter tratamento diferente de uma consulta de rotina.
Não são a mesma situação:
uma crise inesperada durante a viagem e um tratamento já programado antes do embarque.
Quem utiliza medicamentos continuamente deve levar quantidade suficiente para o período e manter receitas e documentos médicos organizados.
Se esportes fazem parte do roteiro, analise esse ponto antes de viajar.
A Vital Card prevê cobertura médica para prática esportiva de caráter amador ou de lazer, respeitando modalidades, limites e exclusões das condições do seguro.
Isso pode ser relevante em viagens que incluam atividades como esqui, trilhas, ciclismo ou outros esportes.
Mas não presuma que toda atividade está incluída.
Prática profissional, competições e determinadas modalidades podem possuir regras específicas ou estar excluídas.
Bagagem extraviada é um dos problemas mais conhecidos de uma viagem aérea.
Mas a proteção oferecida pelo seguro precisa ser entendida corretamente.
Existem diferenças entre:
perda definitiva, atraso da bagagem, dano e auxílio para localização.
Além disso, a companhia aérea ou outra transportadora continua tendo suas próprias responsabilidades perante o passageiro.
Portanto, um seguro não elimina os direitos que o viajante possui contra a empresa responsável pela bagagem.
Se houver um problema, registre a ocorrência imediatamente junto à transportadora.
Guarde protocolos, etiquetas, comprovantes, relatórios e recibos.
Depois, consulte as condições do seguro para identificar qual proteção pode ser utilizada.
Não existe uma cobertura ideal universal.
Uma boa escolha começa pelo risco financeiro da viagem.
Considere como funciona o atendimento médico e quanto um imprevisto pode custar.
Também verifique exigências migratórias.
Uma viagem longa significa mais dias de exposição a ocorrências inesperadas.
Confira se o produto possui regras ou preços diferentes conforme a faixa etária.
Quem possui condições anteriores precisa analisar como o plano trata doenças preexistentes.
Esqui, trilhas, esportes e cruzeiros podem exigir atenção específica.
Não considere apenas a cidade principal.
Confira todos os países, conexões e paradas.
Se existem muitos serviços não reembolsáveis, vale analisar com atenção as proteções relacionadas a cancelamento ou interrupção.
Por fim, olhe para o capital segurado.
Não basta saber que existe cobertura médica.
Você precisa saber qual é o valor disponível.
Se precisar de assistência, entre em contato com a Central Emergencial assim que a situação permitir.
A Vital Card mantém atendimento 24 horas por dia, sete dias por semana, por canais como WhatsApp, telefone e e-mail.
A partir do acionamento, a equipe pode orientar os próximos passos de acordo com o evento e a disponibilidade de atendimento no local.
Em determinadas situações, o passageiro poderá utilizar a rede indicada.
Em outras hipóteses previstas, pode existir livre escolha do prestador e posterior pedido de reembolso.
Procure atendimento imediatamente.
A prioridade é a saúde.
Assim que possível, comunique a assistência.
Mantenha documentos como relatório médico, diagnóstico, receita, exames, notas fiscais, recibos e comprovantes de pagamento.
Essa documentação pode ser necessária para análise do reembolso.
Na hora de comparar seguros, analise preço, coberturas, limites, atendimento e experiência da empresa.
No caso da Vital Card, alguns pontos ajudam a entender o posicionamento do produto.
A Vital Card atua desde 2000.
Em 2025, completou 25 anos de operação e informa já ter protegido mais de 10 milhões de viajantes.
A empresa faz parte do Grupo Schultz.
Um dos diferenciais da Vital Card é a estrutura da DMH por evento, conforme as condições contratadas.
Isso significa que ocorrências médicas independentes são tratadas de acordo com as regras aplicáveis a cada evento, respeitando o plano contratado.
Em vez de alterar completamente as principais proteções entre cada opção, a estrutura da Vital Card permite que uma das principais decisões do viajante seja o limite da DMH.
Isso facilita a comparação entre opções.
A Vital Card informa cobertura para agravos agudos e súbitos de doenças preexistentes dentro da cobertura médica contratada, respeitando as condições do seguro.
Existe cobertura prevista para situações relacionadas à gestação até a 32ª semana, dentro dos limites e regras do produto.
A Vital Card contempla práticas esportivas de caráter amador ou de lazer, respeitando modalidades, limites e exclusões das condições contratadas.
A assistência funciona todos os dias, durante 24 horas, com diferentes canais de contato.
Em consulta realizada em setembro de 2026, a Vital Card oferece gratuitamente um eSIM de 1 GB válido por 7 dias para quem emite planos Europa ou Estados Unidos.
O benefício depende de aparelho compatível e destino habilitado. Também existem opções de upgrade de dados.
Isso ajuda o viajante a chegar conectado para utilizar mapas, aplicativos de transporte, reservas e os próprios canais de assistência.
O documento da Vital Card pode ser salvo em português, inglês, espanhol, italiano, alemão e francês.
Atualmente, o seguro viagem Vital Card é comercializado pela Schultz-Ingá Turismo Ltda. e garantido pela Allseg Seguradora S/A, sob processo Susep informado pela empresa. A corretora indicada é a STZ Corretora de Seguros.
Isso esclarece um ponto importante:
Vital Card é a marca e operação do produto. A garantia securitária é fornecida pela seguradora indicada no bilhete e nas condições contratuais.
Não existe um seguro perfeito para todas as pessoas e todos os destinos.
Uma viagem de quatro dias dentro do Brasil possui necessidades diferentes de um mês na Europa.
Um jovem viajando para turismo possui um perfil diferente de uma pessoa idosa com doença preexistente.
Quem pretende esquiar precisa avaliar aspectos que não são relevantes para quem fará apenas passeios urbanos.
Por isso, a escolha começa pela viagem.
Defina destino, duração e atividades.
Depois analise o limite de Despesas Médicas e Hospitalares, traslado, regresso sanitário, bagagem, cancelamento e as demais coberturas importantes para seu perfil.
Também confira qualquer requisito migratório diretamente nas fontes oficiais do país.
E não espere precisar do seguro para descobrir como ele funciona.
Leia o bilhete, salve os contatos da assistência e entenda os procedimentos antes do embarque.
Na Vital Card, você encontra diferentes opções de cobertura médica, DMH por evento, assistência emergencial 24 horas e uma estrutura de planos desenvolvida para facilitar a escolha da proteção adequada para cada roteiro.
Já sabe o destino e as datas da sua próxima viagem? Faça uma cotação do Seguro Viagem Vital Card e compare as opções disponíveis para o seu perfil.