Viajar para os Estados Unidos está no topo da lista de desejo de muitos brasileiros, mas também é um destino conhecido por ser caro.
Alimentação, hospedagem, ingressos, impostos, transporte… tudo pesa no bolso. Por isso, aprender a gastar pouco nos EUA é fundamental para aproveitar o país do jeito certo — sem sustos financeiros. Porém, existe um ponto que não pode entrar na lista de cortes: o seguro viagem.
Ao longo deste texto, você vai entender como reduzir gastos em praticamente todos os aspectos da viagem, mas também por que economizar no seguro viagem é a pior estratégia que um turista pode adotar ao visitar os Estados Unidos. Afinal, é justamente lá que qualquer situação médica simples pode gerar uma conta absurda.
Vamos aprofundar cada detalhe para que você viaje com economia, mas sem comprometer sua segurança.

Os EUA são um país maravilhoso para viajar, mas não existe como negar: é um destino caro. Mesmo com planejamento, o visitante se depara com preços altos em vários setores:
Quando convertemos tudo para reais, a conta fica ainda mais pesada. Por isso, quem deseja gastar pouco nos EUA precisa de planejamento, estratégia e escolhas inteligentes.
Mas existe um ponto adicional que deixa tudo mais complexo: o sistema de saúde norte-americano é o mais caro do planeta. E isso muda completamente a lógica de economia durante a viagem.
Se existe um item da viagem aos EUA que não pode ser cortado, é o seguro viagem. Ao contrário de outros destinos onde o atendimento médico é mais acessível, nos Estados Unidos:
É por isso que tentar gastar pouco nos EUA economizando no seguro viagem é um risco enorme. O valor economizado vira irrelevante quando comparado ao custo de qualquer atendimento.
Enquanto uma pequena economia no orçamento pode render alguns dólares a mais para compras ou alimentação, ficar sem proteção pode resultar em dívidas que levariam anos para serem pagas.
O Vital Card tem planos completos para os EUA, com DMH robusta, cobertura para COVID-19, gestantes, esportes, telemedicina, extravio de bagagem e suporte especializado em português — tudo com excelente custo-benefício.
Leia: tudo sobre o seguro viagem para o Havaí
Agora que o principal está claro (seguro viagem não se corta), vamos para as estratégias práticas para economizar no restante da viagem.
Regiões centrais são mais caras. Pesquisar bairros próximos, mas não dentro das zonas de maior movimento, pode reduzir drasticamente o custo da hospedagem.
Mercados como Walmart, Target e Trader Joe’s têm opções baratas para refeições rápidas. Montar café da manhã no próprio quarto reduz muito o orçamento.
Cidades como Nova York, Chicago, Boston e Washington têm excelentes sistemas de metrô. Usar transporte público ajuda quem quer gastar pouco nos EUA sem perder mobilidade.
Evitar alta temporada (dezembro, julho, feriados e grandes eventos) faz diferença enorme no preço das passagens e hotéis.
Os americanos adoram cupons e eles realmente funcionam. Sites e apps de descontos ajudam a economizar em roupas, eletrônicos e até restaurantes.
Muitos museus têm dias de entrada grátis. Parques, praças históricas e monumentos também são uma forma de explorar o país economizando.
Apesar de serem um atrativo, as compras podem inflar o orçamento. Pesquisar antes evita compras impulsivas e mantém o foco em gastar apenas o necessário.
Curiosamente, mesmo quem planeja gastar pouco nos EUA percebe que o melhor investimento é justamente o seguro viagem. Aqui vai um comparativo:
É um dos raros casos onde a economia está justamente em “gastar” — porque o benefício financeiro é gigantesco.
Outro ponto importante: muitos viajantes acreditam que não vão precisar de assistência médica, mas basta um corte, febre alta, queda simples ou intoxicação alimentar para levar alguém ao hospital nos EUA. E sem seguro, qualquer atendimento vira um grande prejuízo.
Enquanto isso, com Vital Card, tudo é organizado e atendido rapidamente.
Consulta + exame de sangue = 1.200 dólares.
Com seguro: coberto.
Raio-X + imobilização = 2.000 dólares.
Com seguro: sem custo.
Ambulatório + medicamentos = 1.500 dólares.
Com seguro: atendimento garantido.
Esses exemplos mostram a diferença entre viajar protegido e viajar vulnerável.
Viajar para os Estados Unidos economizando é totalmente possível — basta planejar, pesquisar e tomar decisões inteligentes. Porém, o seguro viagem não deve ser tratado como gasto, mas sim como proteção financeira e emocional.
O viajante que busca gastar pouco nos EUA precisa entender que o maior risco de prejuízo está justamente em não contratar o seguro. Com Vital Card, você viaja tranquilo, protegido e com assistência especializada sempre que precisar.
Viaje com economia, planejamento e segurança. Para proteger sua viagem, contrate agora o Seguro EUA do Vital Card e viaje com tranquilidade total.